17/02/2019 13:47

Oposição quer pedir CPI sobre "caixinha" do gabinete de Flávio

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O caso do ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) continua sem respostas definitivas. No Congresso, os integrantes do Centrão cobram esclarecimentos do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e a oposição se prepara para fazer carga com uma CPI no início de 2019.O pivô da história, Fabrício José Carlos de Queiroz, ainda não deu sua versão sobre ter movimentado cerca de R$ 1,2 milhão em 12 meses. Já o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) se manifestou no Twitter e afirmou não ter feito “nada errado“.


No início do mês, 1 relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), indicou movimentações financeiras atípicas que o ex-assessor e ex-motorista de Flávio, Fabrício Queiroz, fez em uma conta no banco Itaú.Em 15 de outubro, Fabrício Queiroz pediu exoneração do gabinete de Flávio Bolsonaro. Em novembro, o ex-assessor também deixou a Polícia Militar, após atuar por 35 anos. Segundo a Coaf, Fabrício ganhava nos 2 empregos R$ 23 mil.

Neste domingo (16.dez.2018), o presidente eleito Jair Bolsonaro se negou a comentar o caso. Ele foi abordado por jornalistas quando saiu para tomar água de coco em 1 quiosque, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

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