15/12/2019 05:50

Em São Gonçalo, Vice denuncia Prefeito ao MP por contrato de R$ 10 milhões para limpeza

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icardo Pericar (PSL), vice-prefeito de São Gonçalo — na Região Metropolitana do Rio —, entregou uma denúncia ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontando irregularidades num contrato da prefeitura com uma empresa de limpeza, por R$ 10 milhões.

A empresa, segundo ele, não tem sequer equipamentos para trabalhar. O contrato foi firmado em outubro de 2018. Naquela época, diz, a empresa sequer tinha sede na cidade e precisou se alojar na prefeitura.

Em nota, a Prefeitura disse que a Saga Construtora Eireli atua na cidade com todos equipamentos exigidos. A administração também rebate o valor do contrato, afirmando que houve uma redução para R$ 7,8 milhões. E diz que a empresa tem sede no bairro Trindade.


A Prefeitura diz ainda que Ricardo Pericar não é mais vice-prefeito porque se licenciou para assumir o cargo de deputado federal. O Tribunal de Justiça rebate e afirma que ele é o vice.

Aditivo no contrato
A empresa estaria usando a mão de obra da prefeitura e até equipamentos do município. No terreno onde trabalha, de acordo com a denúncia, não há a estrutura exigida no edital.

Na última terça, foi publicado no Diário Oficial a prorrogação do contrato até novembro de 2020. O aditivo vai custar mais R$ 1,5 milhão.

O documento entregue ao MP diz que a vencedora da licitação deveria usar quatro caminhões, mas usa apenas dois.

"O edital diz que a empresa tem que ter todo equipamento, uniforme, por exemplo. Os caminhões têm que ser novos, mas os caminhões têm 43 anos de uso (...) Uma série de exigências que não é cumprida e hoje a cidade está aí suja", diz Pericar.



Em nota, a Prefeitura disse que a Saga Construtora Eireli atua na cidade com todos equipamentos exigidos. A administração também rebate o valor do contrato, afirmando que houve uma redução para R$ 7,8 milhões. E diz que a empresa tem sede no bairro Trindade.


A Prefeitura diz ainda que Ricardo Pericar não é mais vice-prefeito porque se licenciou para assumir o cargo de deputado federal. O Tribunal de Justiça rebate e afirma que ele é o vice.


A empresa estaria usando a mão de obra da prefeitura e até equipamentos do município. No terreno onde trabalha, de acordo com a denúncia, não há a estrutura exigida no edital.

Na última terça, foi publicado no Diário Oficial a prorrogação do contrato até novembro de 2020. O aditivo vai custar mais R$ 1,5 milhão.

O documento entregue ao MP diz que a vencedora da licitação deveria usar quatro caminhões, mas usa apenas dois.

"O edital diz que a empresa tem que ter todo equipamento, uniforme, por exemplo. Os caminhões têm que ser novos, mas os caminhões têm 43 anos de uso (...) Uma série de exigências que não é cumprida e hoje a cidade está aí suja", diz Pericar.

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