16/02/2019 16:14

RODRIGO AMORIM ADMITE CANDIDATURA À PREFEITURA DO RIO E AFIRMA QUE PACHECO VENCE NA ALERJ

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Em entrevista ao Jogo do Poder que vai ar no próximo domingo, às 23h15m, o deputado estadual eleito do PSL, Rodrigo Amorim, admitiu que será candidato do partido à prefeitura do Rio em 2020 e garantiu que o nome de Márcio Pacheco já tem apoios suficientes para vencer a disputa pela presidência da Alerj. Segundo ele, além dos 13 integrantes da bancada bolsonarista, todos os deputados que apoiavam Andre Correa, preso na operação Lava Jato, já se manifestaram a favor de Pacheco.
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-Vamos vencer. tenho certeza. Nossa missão neste momento é não permitir que o PT permaneça à frente da Alerj - afirmou

Deputado estadual mais votado no Estado, com 140 mil votos, Amorim disse ser natural que seu nome seja lembrado para a disputa da Prefeitura do Rio, pois o candidato natural, Flávio Bolsanoro está impedido, por dispositivo constitucional, de participar do pleito.

- Eu obviamente não vou fugir das missões de nosso partido - afirmou

O deputado disse ainda que não há possibilidade de uma composição com André Ceciliano na disputa da presidência da Alerj.

- Mas André não é um petista tão vermelho assim - argumentou o repórter, ao que Amorim respondeu:

- Não interessa. Temos uma missão institucional de remover o PT do poder em todas as instâncias.

Nem mesmo o risco de o PSL ficar fora das comissões , caso seja derrotado internamente, ameaça a determinação do enfrentamento.

-Não podemos nos omitir por receio. Nós estamos mudando o Brasil exatamente poque não fugimos aos desafios que não são colocados.

Após fazer profissão de fé às teses liberais de privatização dos serviços públicos, Amorim se disse contra a venda Cedae. Na sua opinião, a forma como a empresa fora alienada no Plano de Recuperação Econômica é danosa ao interesse público.

- Estão querendo entregar a Cedae, que é inclusive uma empresa superavitária.

Protagonista central do ato em que a placa com nome de Marielle Franco fora quebrada durante a campanha, Rodrigou Amorim aproveitou a entrevista para esclarecer que seu objetivo não fora atacar a memória da vereadora do Psol mas, sim, se contrapor aos grupos de esquerda que, "à revelia do poder público municipal", afixaram a placa na Cinelândia.

- Não quis de forma alguma atingir a memória de Marielle. Quis apenas mostrar minha indignação com a esquerda que de forma abusiva, sem autorização da prefeitura, afixou a placa na praça Floriano Peixoto. Quero inclusive me solidarizar com a família da vereadora, cujo crime precisa ser esclarecido - disse

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